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Sábado, 20 de Setembro de 2014

Antigo Cefam se torna centro para realização de conferências

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Créditos: Tuca Melges
postado  Postada em 03/09/2009  |  autor  Paulo Roberto Cruz
O prédio do extinto Centro Específico de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério (Cefam) em Jaú se tornou oficina pedagógica e local para conferências e reuniões de órgãos do Estado. Fechada em 2005, quando foi instituída exigência de curso superior para professores, a escola tinha formação de nível médio.

A supervisora da Diretoria de Ensino de Jaú Regina Valencise Quaglio diz que o prédio tem atividades quase diariamente. Serve principalmente para realização de cursos de capacitação e atualização de professores e outros funcionários da educação.

Na oficina instalada no prédio do antigo Cefam há diariamente 17 professores à disposição das escolas da região. Esse grupo de profissionais faz orientações a diretores e professores a respeito de questões pedagógicas.

Outra finalidade do prédio é ser local de promoção de palestras, conferências e teleconferências, destinadas a funcionários da educação e também de outras áreas do serviço público estadual, como a saúde.

Para a supervisora, as atividades realizadas no prédio do extinto Cefam suprem a necessidade de melhorias nos serviços da educação, que não poderiam ser implementadas nas instalações da Diretoria de Ensino por falta de espaço.

Subutilizado

 

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) acredita que o prédio está subutilizado com as atividades desenvolvidas atualmente.

Em vez de cursos de aperfeiçoamento para professores, o Cefam deveria se tornar escola de nível superior para formar profissionais da educação, na opinião da coordenadora da subsede da Apeoesp, Maria de Lourdes Mantovani Pavan.

"Jaú merecia uma escola pública de nível superior para formar professores. Há demanda também na região. Haverá público para manter a escola em funcionamento. O que acontece é que, depois do fechamento do Cefam, as pessoas estão indo para escolas particulares para se formar", diz Maria de Lourdes.

Ela acredita que é desperdício as instalações serem usadas para cursos técnicos, enquanto poderiam ser destinadas à formação superior. (PRC)

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