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09/08/2011

Animais ganham destaque em "Vidas em Jogo"

  
O ator André Di Mauro interpreta Carlos, o dono do cãozinho Zé Divulgação

Na trama de Vidas em Jogo, há dois cachorros que não são simplesmente bichinhos de estimação. O cão Zé e a cadela Fifi têm histórias dedicadas especialmente a eles na novela escrita por Cristianne Fridman. A duplinha aparece até no roteiro da produção. “Eu acho um barato quando recebo o bloco de capítulos e noto que os cachorros têm cenas reservadas a eles”, conta o ator André Di Mauro, que interpreta Carlos, o dono de Zé. “Dois meses antes de a novela começar, eu conheci o Zé e passei a encontrá-lo com frequência, para criar uma intimidade e fazer que ele obedecesse aos comandos.” Carlos e o cão são realmente parceiros. O animal, inclusive, já foi decisivo em vários momentos da vida do dono. Em Vidas em Jogo, Zé está enfrentando um conflito emocional. Desde o momento em que conheceu a cadela Fifi, o pobre poodle sofre de amor. Mas a bela história romântica pode se transformar em uma narrativa trágica. O problema é que Carlos não gosta de Renato (Gustavo Otoni), o dono de Fifi. “A relação dos dois realmente é conturbada. Eles só se unem quando percebem que seus bichos de estimação estão doentes pelo fato de terem de ficar longe um do outro”, garante Otoni, que, diferentemente de Di Mauro, não teve tempo suficiente para estabelecer um contato mais íntimo com a cadela. “Eu a conheci no momento em que fui para o estúdio gravar. Ainda bem que, com o trabalho dos adestradores, nós logo nos demos bem”, afirma o artista. Apesar da torcida para que Zé e Fifi fiquem juntos, tanto Di Mauro quanto Otoni acreditam que isso não será nada fácil para Carlos e Renato. “Eles são completamente ciumentos”, diz Di Mauro. “O Renato não aceita que sua cachorra namore um poodle descabelado”, diverte-se Otoni. No entanto, do jeito que a trama dos cachorros ganha destaque em Vidas em Jogo, é provável que os próprios animais decidam seu futuro. (Folhapress)

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