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Ciretran de Jaú realiza leilão sexta-feira

Tuca Melges Ampliar
postado  Postada em 05/10/2011  

A Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Jaú realiza sexta-feira leilão de veículos. As vendas terão início às 9h e devem se estender até as 16h no pátio da Ciretran, na Avenida Fernando de Lúcio, no Jardim Maria Luíza 3, em Jaú.

O delegado-diretor do órgão, Nelson Henrique Júnior, estima que serão leiloados 70 veículos, sendo 40 automóveis e 30 motos. De acordo com o delegado, qualquer interessado pode participar da arrematação. Para isso, basta comparecer ao local com documentos pessoais e efetuar o pagamento do bem à vista. Cada unidade a ser vendida terá um lance mínimo.

Devido às constantes apreensões, a Ciretran de Jaú normalmente realiza dois leilões por ano. O último foi feito em março de 2011. Henrique Júnior explica que os veículos são considerados aptos para a venda assim que for esgotado o prazo de 90 dias para que o proprietário regularize a situação. Um caso comum é a falta de licenciamento.

Conforme o delegado, a compra dos automóveis deve atender a condições especiais. "Todos os veículos vendidos no leilão não podem transitar em vias públicas", explica. O arrematante pode usar o bem em propriedades particulares ou efetuar a venda de peças.

Nesse caso, é necessário que haja nota fiscal acompanhando a peça. O delegado da Ciretran conta que a falta do documento pode levar o proprietário do veículo a responder por adulteração da característica do carro e até por receptação.

Do montante arrecadado no leilão, parte é destinada ao leiloeiro e à estadia do pátio. O maior volume é direcionado ao Estado, incluindo quitação de débitos, como o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), e eventuais autuações.

Descartados

Henrique Júnior explica que os veículos danificados por incêndio no início desta semana no pátio da Ciretran não serão levados a leilão. A princípio foi registrado boletim de ocorrência dando conta de que teriam sido atingidos seis automóveis, mas o fogo consumiu quatro unidades.

O delegado conta que está descartada a possibilidade de que o incêndio tenha sido criminoso. As chamas começaram em uma plantação de coqueiro e se alastraram até o prédio. Algumas labaredas atingiram a carroceria de madeira de uma caminhonete e depois se espalharam para outros três veículos. Os objetos queimados estavam velhos e em péssimo estado de conservação. (Alcir Zago)

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