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15/05/2012

Rodrigo descobre criança com talento em "Amor Eterno Amor"

  
Cena de "Amor Eterno Amor", em que Rafael Gevu toca piano Divulgação/TV Globo

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), o grande compositor austríaco, começou a tocar piano antes dos cinco anos – idade em que passou a compor. Júnior, personagem de Rafael Gevu, em Amor Eterno Amor’(Globo), é um pouco mais velho e, talvez, não ganhe tanto reconhecimento, mas tem uma sensibilidade semelhante, na trama das seis. “Ele é uma criança índigo, terá o dom para o piano. Só de observar alguém tocando, ele será capaz de aprender a música. Possui uma facilidade enorme com o instrumento’’, diz Gevu.

Por conta de seu talento prodigioso, o rapaz começa uma grande amizade com Rodrigo (Gabriel Braga Nunes), que tem o dom de acalmar os animais. Em uma cena que foi ao ar no sábado, o menino tocou um prelúdio, que Verbena (Ana Lúcia Torre) costumava apresentar na casa de Kleber (Marcelo Faria). O momento foi presenciado, por acaso, pelo vaqueiro, que fica estarrecido e acredita se tratar de uma intervenção da mãe, já morta.

“Júnior, com o seu talento, vai despertar em Rodrigo um interesse. Eles vão se aproximar para poderem se conhecer melhor. Ele vai ajudar o meu personagem a aperfeiçoar o seu dom, pois ele não tem condições financeiras para isso.’’

Será essa aproximação dos dois que vai despertar o interesse da vilã Melissa (Cássia Kiss Magro) – patroa da mãe de Júnior, Divina (Flavia Reis). “Ela vai perceber que tratando bem o Júnior, talvez, consiga ganhar a confiança do sobrinho’’, explica o ator.

A descoberta da megera será boa por um lado. Na cena que vai ao ar amanhã, ela desiste de demitir a emprega, quando esta ameaça ir procurar Rodrigo. “A Melissa também vai passar a tratar melhor a Divina’’, finaliza Gevu.

Aprendizado

O ator Rafael Gevu não é uma criança índigo, como o seu personagem Júnior, em Amor Eterno Amor, mas até que aprendeu a arte de tocar piano rápido. Com aulas do instrumento desde fevereiro, o menino teve um grande êxito.

 “Quando chegou próximo às gravações, eu consegui aprender o prelúdio das Bachianas Brasileiras número quatro em três horas’’, diz ele, em relação à introdução da composição do maestro Heitor Villa-Lobos. Mas, apesar da velocidade em absorver o conteúdo, ele garante que foi uma aula trabalhosa. “Mas, com a ajuda da professora e com a minha persistência, conseguimos alcançar o objetivo e fazer um bom trabalho.’’

 As lições para aprender a tocar piano direitinho foram as mais diversas. Gevu conta que estudou postura e noções básicas do piano. (Folhapress)

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