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15/06/2017

Brasil ganha 1º cachorro sintético

  
Syndaver Canine é desenvolvido com textura e densidade similares às estruturas anatômicas reais Divulgação

Estudar simulações cirúrgicas e treinamentos de habilidades em um cachorro sintético é a nova tendência mundial para eliminar o sacrifício e o uso de animais em salas de aulas. O curso de medicina veterinária da Faculdade das Américas (FAM) é o primeiro no Brasil, de acordo com a assessoria de imprensa, a utilizar o modelo canino sintético para aulas de anatomia. 
O exemplar foi fornecido pela empresa brasileira Csanmek, especializada em sistemas e soluções para o mercado educacional. Conhecido como Syndaver Canine, ele é desenvolvido com textura e densidade similares às estruturas anatômicas reais e contém todos os sistemas e órgãos do corpo canino, permitindo a realização de cirurgias, dissecações, entubações e demais procedimentos veterinários. 

Detalhados

O equipamento funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo canino, o qual permite aos alunos realizar dissecações virtuais e ter acesso a locais que dificilmente teriam em um cadáver real. 
O simulador 3D possui ainda uma ferramenta de integração entre hospitais e salas de aula e oferece aos estudantes a possibilidade de estudar casos clínicos e exames reais de animais, uma vez que permite aos professores converterem tomografias e ressonâncias magnéticas em 3D, com acesso total e irrestrito a anatomia real. 
A tecnologia foi desenvolvida com o objetivo de reduzir o número de sacrifícios de animais para o ensino – todos os anos milhares de animais são sacrificados para esse cenário. A plataforma também pode ser utilizada para médicos e profissionais da saúde no dia a dia, para melhorar o aprendizado e compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas. (Da redação)

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