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Matheus Orlando 13/06/2018

Copa do Mundo altera serviços em Jaú

Repartições públicas, bancos e lojas alteram funcionamento nos dias de jogo do Brasil

  
Neymar e cia. treinando em Sochi, na Rússia, para a estreia da seleção brasileira no mundial Pedro Martins/Mowa Press

Como de costume, os jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo vão alterar a rotina dos jauenses, já que repartições públicas, bancos e comércio modificam seus horários de funcionamento.
A partida de estreia do Brasil na Copa será contra a Suíça às 15h de domingo, dia em que a maioria dos serviços normalmente já não funciona. 
Os outros dois jogos do time do técnico Tite serão em dias úteis: no dia 22, sexta-feira da semana que vem, o Brasil enfrenta a Costa Rica às 9h. O terceiro e último confronto da primeira fase será às 15h do dia 27, uma quarta-feira, contra a Sérvia. 
Neste domingo, o destaque fica por conta do Jaú Shopping e do Território do Calçado. No shopping, as lojas estarão fechadas (funcionamento facultativo) e a praça de alimentação atenderá das 11h às 22h. Já o Território abrirá das 10h às 14h.
As outras duas partidas terão impacto maior. Basicamente, na sexta-feira, quando Neymar e companhia jogam pela manhã, os serviços abrem mais tarde. E na quarta-feira seguinte, quando o Brasil entra em campo à tarde, o expediente será encerrado mais cedo: isso vale para repartições da Prefeitura, comércio de rua, bancos e Justiça (veja quadro).
Os pais e responsáveis de crianças e jovens que estudam na rede pública de ensino devem permanecer atentos, pois a Secretaria de Educação do Município não informou como ficarão as atividades. Já a Secretaria de Educação do Estado comunicou que cada escola tem autonomia para decidir o procedimento a ser adotado.
Caso a seleção brasileira se classifique para a próxima etapa do Mundial, outros jogos serão em dias úteis, o que suscitará novos rearranjos por empresas e repartições públicas.

Acordo

Os dias em que o Brasil joga na Copa não são feriados e os patrões não são obrigados a dispensar os funcionários no período das partidas. Contudo, liberar os trabalhadores é uma prática recorrente na maioria das categorias que não exercem funções que demandam atendimento 24 horas, como policiais e profissionais da saúde.
As empresas possuem algumas alternativas se desejarem permitir que os funcionários assistam aos jogos. A mais usada é a compensação das horas não trabalhadas em outros momentos, o que deve ser feito por meio de um acordo formalizado. Também é possível organizar um ambiente para que os colaboradores assistam juntos aos jogos. 
Se a firma optar por conceder a folga sem negociar a compensação de horas, fica obrigada a arcar com esse custo.
O diretor-executivo da Bazz Operações em Recursos Humanos, Celso Bazzola, recomenda que os critérios sejam definidos com antecedência para evitar desentendimentos. 
“Outro ponto é estabelecer regras claras. Se for necessário voltar ao expediente depois do jogo, os funcionários devem se atentar ao consumo de bebidas alcoólicas”, completa o especialista.

Galeria de imagens:(Clique para ampliar)

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