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08/11/2018

Marina Ruy Barbosa e Gagliasso falam de amor ao som de clássicos

  
Marina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso em "Todas as Canções de Amor" Fotos: Divulgação

Dois casais, um apartamento, uma fita cassete com canções românticas. Esses são os elementos de “Todas as Canções de Amor”, filme de Joana Mariani com Bruno Gagliasso e que marca a estreia de Marina Ruy Barbosa na indústria cinematográfica.
“É uma personagem que está começando um relacionamento, cheia de dúvidas e incertezas. Ela busca seu lugar profissionalmente, como escritora, e como mulher, no casamento”, afirma Marina, que interpreta Ana no longa que chega aos cinemas hoje.
Na trama, Ana vai morar em seu novo apartamento com o marido, Chico (Bruno Gagliasso). Lá, encontra um antigo toca-discos e uma fita cassete, com uma seleção de músicas românticas escolhida pelo antigo casal do lugar: Clarice (Luiza Mariani) e Daniel (Julio Andrade).
“É um filme musical sim, mas o foco é o amor. Além dos sentimentos dos casais, há também o amor pela música”, conta Gagliasso, que fará dobradinha com Marina Ruy Barbosa também na televisão em “O Sétimo Guardião” (Globo), novela de Aguinaldo Silva que estreia na segunda-feira.
Os casais estão em momentos diferentes. Enquanto Chico e Ana vivem o frescor do casamento novo, Daniel e Clarice passam por uma crise profunda. “Foi um desafio interpretar a Clarice. Estava em um momento muito particular da minha vida, cheia de questionamentos. Além disso, ela fuma muito, e eu tinha acabado de largar esse vício...”, brinca Luiza.

Lambada

Quinto personagem do filme, a trilha sonora é uma seleção de clássicos brasileiros. “É uma verdadeira homenagem à MPB. Cada música me emocionava de alguma forma”, conta Marina Ruy Barbosa.
Com direção musical de Maria Gadú, o filme ganha o tempero de composições como “Eu Sei que Vou te Amar”, de Vinicius de Moraes (1913-1980), “Acontece”, do sambista Cartola (1908-1980), e “Menino Bonito”, de Rita Lee.
Até a lambada “Chorando se Foi”, sucesso nos anos 1990 com o grupo Kaoma, integra o repertório. “Não foi um filme simples de produção. Tivemos de fazer uma série de negociações de direitos autorais. Foi uma das partes mais trabalhosas”, afirmou a produtora executiva, Diane Maia.
Uma dessas canções foi a responsável pela participação especial de Gilberto Gil em “Todas as Canções de Amor”. A canção “Drão” ganhou uma versão própria para o longa de seu criador. “No dia em que ele gravou, foi uma emoção só. Todo o mundo chorou”, lembra a diretora Joana Mariani.
O roteiro foi pensado para que as músicas fizessem parte dos diálogos, e os atores atuavam usando fones de ouvido. “Isso foi muito importante, porque as falas eram embaladas por essas canções”, afirma o ator Bruno Gagliasso.
As cenas do filme foram gravadas em um apartamento na praça da República, no Centro de São Paulo. O filme também teve locações em outro apartamento do mesmo prédio e em estúdio. “Quando tivemos a ideia do filme, sentimos que ele tinha de ser filmado no Centro, com esse monte de prédios”, conta a diretora.
Ela ainda ressaltou o visual do apartamento, que aparece bastante e fica de frente à praça. “É um prédio feito pelo (arquiteto Oscar) Niemeyer, tem uma construção interessante que tinha bem a ver com a história.” (Folhapress)

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