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Folhapress 06/01/2019

Rompendo barreiras

  
Tamanduás vêm aprimorando técnicas para disputar competições Tamanduás-Bandeira Rugby Club

Além de praticar o rúgbi, a equipe Tamanduás-Bandeira discute as barreiras que a população LGBTQ+ enfrenta mesmo antes de iniciar algum esporte.
Davi Arias, 23 anos, conta que sempre gostou de esportes coletivos, mas teve de enfrentar o preconceito desde cedo, quando queria praticar alguma atividade física.
“Começou na escola, quando eu não queria jogar futebol. Se eu queria fazer um esporte diferente, as pessoas já olhavam e julgavam. Acho que isso é meio que um padrão para a nossa comunidade”, diz.
“Muitas pessoas relatam que nunca se sentiram à vontade para praticar esportes coletivos, porque viam esses ambientes como extremamente machistas e LGBTQfobicos”, afirma Kawagoe.

Copa Binghan

Além de disputar o Campeonato Paulista da modalidade, a meta dos Tamanduás-Bandeira é participar em 2020, representando o Brasil, da Copa Binghan, evento que reúne equipes gays de rúgbi de todo o mundo e acontecerá em Ottawa, no Canadá. 

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